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Conquistas

6 de setembro de 2016

As nossas conquistas não devem ser medidas pela quantidade de bens materiais que a pessoa possui. Elas devem ser medidas por quantas dessas conquistas você consegue usufruir. Todas as conquistas que você realiza e não usufrui se tornam uma prisão em sua vida.

A plenitude está em termos o suficiente que nos dê o tempo e espaço para usufruir de nossas conquistas.

A harmonia está no equilíbrio destas conquistas, de nada nos resolverá termos tudo que desejamos, se dentro desses desejos não estiver a sabedoria do usufruir.

A riqueza de uma pessoa não está no quanto ela possui, a riqueza de uma pessoa encontra-se no quanto ela consegue usufruir e compartilhar do que ela possui.

De nada adianta uma mesa posta para doze pessoas se você não consegue compartilhar com doze pessoas o prazer de seus triunfos da vida. De nada adianta termos triunfos se não temos ninguém para compartilharmos isso. Nossas conquistas precisam ser para unificar por onde passamos.

O prazer de saborear um bolo de aniversário não está em seu sabor, mas em quantos pedaços iremos partilhá-lo, quanto menor for o pedaço maior é o compartilhamento desse bolo, é nisso que você encontrará a realização e a definição de viver.

Viver não está em quantos amigos você acumula durante um vida. Viver está em quanto consegue compartilhar os dias que possui com esses amigos.

A solidão consiste em quanto posso acumular e não no quanto posso compartilhar.

Não é só quem compartilha, mas todos aqueles que vivem acumulando acabam ficando só.

 

Atair dos Santos

11 de agosto de 2016

 

Photo by Joshua Earle on Unsplash



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